19 fevereiro 2011
08 dezembro 2010
Watch CO2 now and know the score on global warming, practically in real time.
CO2 -387.18 ppm em Outubro de 2010
Encontra esta e outras informações em http://co2now.org/
Encontra esta e outras informações em http://co2now.org/
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Aquecimento global
10 novembro 2010
Seminário Nacional JRA 2010. Sertã
Decorre nos dias 26 e 27 de Setembro na Sertã o próximo Encontro Nacional JRA que reunirá escolas provenientes de vários sitios do país num total de mais de 120 pessoas.
Para mais informações consultar:
http://www.abae.pt/programa/JRA/seminario/seminario2010/inicio.php?p=objectivos
Os objectivos são:
•Reunir alunos e professores coordenadores e do Projecto Jovens Repórteres para o Ambiente, por forma a incentivar a comunicação, possibilitar uma partilha de objectivos comuns e a troca de experiências;
•Implementar a metodologia inerente ao projecto Jovens Repórteres para o Ambiente, através da realização de Workshops baseadas na investigação de um estudo de caso. Elaboração de artigos. Publicação on-line;
•Debater estratégias e metodologias do projecto "Jovens Repórteres para o Ambiente " com especial destaque para as vertentes de investigação, jornalismo e internet;
•Simular a realização do trabalho inerente a uma Missão Internacional JRA;
•Criar condições e motivação para uma ainda maior dinamização da rede JRA nacional e internacional;
•Contribuir para a implementação da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável.
Para mais informações consultar:
http://www.abae.pt/programa/JRA/seminario/seminario2010/inicio.php?p=objectivos
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Seminário Nacional JRA
22 outubro 2009
Campanha 350- 24 de Outubro!
Campanha 350- 24 de Outubro!
Sabemos que as alterações climáticas estão em marcha e vão afectar-nos a todos.
Sabemos também agora que 350 é o nível seguro de carbono na atmosfera.
Por isso, no dia 24 de Outubro, às 15h vamo-nos unir e reclamar aos líderes mundiais a resolução da crise climática.
Junta-te à maior acção pelo clima que o mundo já alguma vez viu!
Com acções em Gaia, em Lisboa e no resto do planeta.
Inscreve-te em http://earthcondominium.wordpress.com/350/ e passa a mensagem!
-> Leva uma t-shirt branca.
Mais informações sobre a campanha internacional em:
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Alterações climáticas,
Campanhas
30 maio 2009
YRE AWARDS 2009- Portugal tem 4 escolas premiadas

Os resultados do concurso organizado pela coordenação interncional YRE da FEE já são conhecidos.
Portugal obteve 3 prémios em fotografia
1st prize* (ex-equo) :
“A black hole in the clouds”, Portugal
1º prémio Escola Sec. 3ºCEB Al Berto, Sines, Portugal.
3rd prize:
“Water, source of life?”, Portugal
Escola Artur Gonçalves, Torres Novas, Portugal.
5th prize:
“A miracle worker”, Portugal
Escola Sec.3º CEB Poeta Al Berto, Sines, Portugal.
E um prémio em Innovation Award (artigo cooperative com a Turquia):
“From Waste to Electricity”, Turkey & Portugal
Escola Secundária da Amora,
Mais informação na Página Internaciomal dos Jovens Reporteres para o Ambiente
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YRE Awards
07 maio 2009
06 maio 2009
Global Footprint

Um site interessante onde se pode calcular a pegada ecológica de uma nação, uma cidade, um negócio, ou a nossa...
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Material didáctico,
Outros projectos interessantes
04 maio 2009
Jovens Repórteres para o Ambiente participam na libertação de um Bufo real
Dia 25 de Abril, Sábado- Bufo-real (Bubo bubo) 19h30
- Tapada do Canudo, Sta Eulália, Elvas

Os Jovens Repórteres para o Ambiente participaram na libertação do seu "afilhado" o Bufo Real, que foi recuperado durante cerca de 4 meses pelo CERVAS.
Estiveram também presentes algumas dezenas de pessoas incluindo um grupo de escuteiros e o Sr. Manuel que tinha encontardo a ave naquele local.
esta ave tinha sido apardinhada pelos Jovens Repórteres durante a Missão Internacional JRA Estreala 2009. Os padrinhos escolheram no momento do voo o nome de "Maria Liberdade"
Ver album das fotos

A história da "Maria Liberdade"
Esta ave de rapina nocturna foi recolhida por um particular na freguesia de Sta. Eulália - Elvas, em Novembro de 2008, por apresentar uma fractura na asa direita. A ave foi então entregue ao SEPNA de Elvas que a encaminhou para o Parque Natural da Serra de S. Mamede (PNSSM) que, por sua vez, a fez chegar ao CERVAS. Após todo o processo de recuperação, que incluiu resolução da fractura e lesões dos tecidos associadas, aumento e manutenção do peso, contacto com aves da mesma espécie, passagem por um processo de enriquecimento ambiental e alimentar e treinos de voo, musculação e caça, esta ave encontra-se finalmente preparada para ser devolvida à Natureza.


O Bufo-real (Bubo bubo)
O bufo-real (Bubo bubo) é o maior estrigídeo europeu, com um comprimento de 60 a 75cm e uma envergadura de 1,5-1,7. O seu peso pode mesmo atingir os 4kg.
Tem aspecto robusto e compacto, com grandes “orelhas” ou penachos auriculares de penas e grandes olhos alaranjados. Tarsos e dedos cobertos de penas, a plumagem pardo-amarelada, dorso com manchas preto-pardacentas, peito largo, ventre com finas linhas longitudinais preto-pardacentas, com face inferior das asas mais clara. A plumagem em ambos os sexos é de cor idêntica, no entanto a fêmea é maior. Quanto à silhueta de voo, destaca-se pela cabeça comprida, asas longas e bastante larga s.
Constituem um casal permanente ocupando todos os anos o mesmo ninho. A postura é de 2 a 5 ovos em Março/Abril, apenas a fêmea os incuba, durante 31 a 36 dias, e as crias permanecem 35 dias no ninho. Abandonam-no sem ainda saber voar mas mantêm-se por perto, só aprendendo a voar às 9 semanas, sendo que os seus pais continuam a alimentá-los durante 10 a 15 semanas.
O estatuto de conservação atribuído pelo ICNB é “Quase ameaçado”. Entre as principais ameaças está a destruição de habitat, sobretudo devido às alterações provocadas pela construção de barragens, o envenenamento e a electrocussão.
A sua alimentação vai desde ratos até lebres e pequenas raposas, ocasionalmente também peixes. O ouriço-cacheiro é também uma das principais presas.
É uma espécie que se distribui desde a Europa Ocidental, Norte de África até à Ásia Oriental, mas que também ocorre na Península Ibérica sendo, contudo, bastante raro.
Tem preferência por regiões rochosas montanhosas ou vales fluviais, com zonas florestais e terrenos abertos e nus, preferindo os últimos para caçar.
Para nidificar, aproveita buracos em paredes rochosas ou escarpas. Pode, no entanto, também nidificar em planícies onde aproveitam ninhos de outras grandes aves, velhos e abandonados, ou até mesmo no solo.
O que é o CERVAS
O CERVAS é uma estrutura pertencente ao Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) situada em Gouveia, actualmente sob a gestão da Associação ALDEIA (http://www.aldeia.org ), e que tem como principal objectivo recuperar animais selvagens feridos ou debilitados com o propósito de, sempre que possível, devolvê-los novamente à Natureza. Associado ao momento da libertação, este centro procura realizar acções de educação e sensibilização ambiental.
O que fazer quando encontar um animal selvagem ferido?
Contactar de imediato
SEPNA- GNR (central): 21 750 30 80
SOS Ambiente: 808 200 520
CERVAS/PNSE (Gouveia): 96 271 44 92
Qualquer informação: cervas.pnse@gmail.com
- Tapada do Canudo, Sta Eulália, Elvas
Os Jovens Repórteres para o Ambiente participaram na libertação do seu "afilhado" o Bufo Real, que foi recuperado durante cerca de 4 meses pelo CERVAS.
Estiveram também presentes algumas dezenas de pessoas incluindo um grupo de escuteiros e o Sr. Manuel que tinha encontardo a ave naquele local.
esta ave tinha sido apardinhada pelos Jovens Repórteres durante a Missão Internacional JRA Estreala 2009. Os padrinhos escolheram no momento do voo o nome de "Maria Liberdade"
Ver album das fotos
A história da "Maria Liberdade"
Esta ave de rapina nocturna foi recolhida por um particular na freguesia de Sta. Eulália - Elvas, em Novembro de 2008, por apresentar uma fractura na asa direita. A ave foi então entregue ao SEPNA de Elvas que a encaminhou para o Parque Natural da Serra de S. Mamede (PNSSM) que, por sua vez, a fez chegar ao CERVAS. Após todo o processo de recuperaçã

O Bufo-real (Bubo bubo)
O bufo-real (Bubo bubo) é o maior estrigídeo europeu, com um compriment
Tem aspecto robusto e compacto, com grandes “orelhas” ou penachos auriculare
Constituem um casal permanente ocupando todos os anos o mesmo ninho. A postura é de 2 a 5 ovos em Março/Abri
O estatuto de conservaçã
É uma espécie que se distribui desde a Europa Ocidental, Norte de África até à Ásia Oriental, mas que também ocorre na Península Ibérica sendo, contudo, bastante raro.
Tem preferênci
Para nidificar, aproveita buracos em paredes rochosas ou escarpas. Pode, no entanto, também nidificar em planícies onde aproveitam ninhos de outras grandes aves, velhos e abandonado
O CERVAS é uma estrutura pertencent
Contactar de imediato
SEPNA- GNR (central): 21 750 30 80
SOS Ambiente: 808 200 520
CERVAS/PNSE (Gouveia): 96 271 44 92
Qualquer informação: cervas.pnse@gmail.com
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17 abril 2009
Recuperação é essencial!

O CERVAS funciona como um hospital veterinário que recebe os animais, em qualquer condição, nunca recusando a entrada de algum.
É no CERVAS (CEntro de Recuperação de Animais Selvagens), que semanalmente, para não dizer diariamente, entram animais selvagens doentes para recuperação. Este centro funciona como um hospital veterinário que recebe os animais, em qualquer condição, nunca recusando a entrada de algum.
No meio de todas essas entradas estão várias razões Os motivos mais frequentes que justificam a entrada dos animais no centro são: animais existentes na fauna que são mantidos em cativeiros, visto que ainda há pessoas que não percebem a lei da natureza e que não entendem que acções como essas só alteram e prejudicam o funcionamento da natureza; os acidentes como electrocussões; ou devido à pouca sensibilidade do homem que se diverte a dar tiros nos animais, como já aconteceu em que tiveram um animal morto com três tiros na cabeça.
Adquirida com muito esforço, a video-vigilância é um dos métodos de estudo do comportamento animal mais sofisticados.O centro tem como objectivo recuperar os animais e devolve-los à natureza, sendo que quando tal não é possível, direcciona-os para um centro de exibição, ou então recorre à eutanásia (casos raríssimos) como menciona Liliana Samuel “todos os animais que vêm para cá, recuperam”, a não ser que já não haja nada a fazer por eles. Desde dois mil e seis o centro pôde contar com cerca de 700 animais, alguns deles em vias de extinção como por exemplo o abutre preto, outros não. O centro conta com espaços pequenos, que contudo não compromete o trabalho nem o futuro do centro, apesar de Liliana referir que “ é necessário multiplicar os espaços e as zonas de alimentação.
Neste momento, o centro não depende de alguma comparticipação pelo estado como antigamente, o que acaba por dificultar o trabalho dos funcionários do centro. O que o centro faz para conseguir ter fundos para se manter é pedir a empresas para os patrocinar, tanto em alimentação, como materiais, e materiais de vigilância que serve para melhorar os conhecimentos através do estudo comportamental dos animais. Também organiza actividades como workshop de recuperação de animais saudáveis que têm a duração de um fim-de-semana, com o custo de oitenta euros cada workshop, através dos apadrinhamentos em que quem apadrinha, pode enviar materiais para o animal em causa ou alimento. O centro conta com onze trabalhadores, sendo três deles o veterinário, a bióloga e o tratador, e os restantes os estagiários e voluntários, dado que o número de voluntários e estagiários tem vindo a aumentar.
Segundo Helena Raposeiro, “Os nossos objectivos são habitua-los à vida selvagem, para depois os libertar” Pelo centro já passaram biólogos, veterinários, um antropólogo e uma engenheira do ambiente. Ao seguir a carreira de bióloga o objectivo de Helena Raposeiro era transmitir ás pessoas que a recuperação é essencial.
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Parque Ecológico de Gouveia – a preocupação com o bem-estar animal
Em Gouveia, localiza-se o Parque Ecológico, propriedade do município de Gouveia, criado a 1 de Junho de 1999 . Neste parque que funciona na Quinta da Borrachota, é possível estudar, conhecer e até usufruir de um conjunto diversificado de biodiversidade autócne e não só.Actualmente residem aqui de 82 animais de 16 diferentes espécies (entre as quais genetas, saca-rabos, pombos, rolas, faisões, javalis, veados, sikas, gamos, patos, cabras, ovelhas, burros etc.). Hoje em dia este funciona como local de preservação, recuperação e de criação de animais, preocupando-se fundamentalmente com o bem-estar animal e se possível a sua reabilitação, bem como a educação da população para a necessidade de preservar certas espécies.
Dentro da Quinta da Borrachota existem dois organismos diferenciados, que actualmente têm vindo a cooperar de uma forma pacífica e útil, que agrada ambas as partes, o Parque Ecológico e o CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens). O Parque Ecológico, assim como o CERVAS, têm constante ajuda pelo SEPNA (Serviço Especial de Protecção da Natureza), da GNR. Esta unidade está encarregue da maior parte do transporte, e captura de animais. Todos os dias este Parque, gerido por 6 pessoas, realiza esforços tremendos para proporcionar uma boa qualidade de vida para os animais que se encontram neste parque , por isso o objectivo prioritário para este recinto é melhorar as condições (ambientais, sensoriais, sociais, físicas, e alimentares) dos animais, que necessitam destes factores para poderem viver normalmente e se possível adequa-los à vida selvagem. Este mini jardim zoológico é considerado a "Escola para a vida", pois para além de dar a conhecer e permitir a observação das espécies nele residentes, prepara os animais recuperáveis para a sua reinserção na vida natural, e concede a estadia a alguns dos animais irrecuperáveis. JRA. Missão Estrela 2009. Grupo C
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Os Anjos da Floresta de S. Pedro
Viver a ajudar, viver a proteger. Viver a ser anjo.

De um lado, floresta queimada e descuidada; do nosso, uma floresta cuidada resultado do trabalho dos Sapadores da freguesia de S. Pedro, do concelho de Manteigas, na área natural da Serra da Estrela.
À medida que íamos subindo a encosta sentíamos o cansaço que os Sapadores sentiam ao fazer aquilo todos os dias e o quanto eles se esforçavam por fazer o seu trabalho.
O início
Após o Estado se ter apoderado dos terrenos baldios para plantação de pinheiros e sua venda, em 1888, começaram a haver desacatos entre pastores e o próprio Estado, no virar do século. Ambos queriam liberdade para utilizar estes terrenos para diferentes fins/objectivos: o Estado queria este terreno para plantar pinheiros para a sua venda; os pastores desejavam-nos para poderem alimentar os seus rebanhos nas matas.
No decorrer desta “guerra”, onde houve fatalidades, criou-se, em 1979, a primeira associação de Sapadores Florestais. Um pouco mais tarde, em 1987, os moradores locais conseguiram retirar os terrenos ao Estado levando-o a tribunal e negociando uma parceria com o mesmo. Acordaram que 60% dos lucros da venda da madeira proveniente deste local seria para as associações de sapadores florestais de baldios e os restantes 40% para o Estado.
Diferentes tipos de Sapadores
Interessa saber que existem dois grandes tipos de sapadores: dum lado existem os Sapadores de baldios, para o povo; por outro os Sapadores Naturais Florestais. Os primeiros ocupam-se a tratar dos terrenos que não pertencem a ninguém concretamente e, por isso, têm mais liberdade ao actuar neles. Os segundos actuam em terrenos particulares e, por isso, estão condicionados às ordens de alguém. “Chamavam-nos de loucos. Depois, quando viram o desastre que conseguimos evitar, deram-nos os parabéns” Sérgio Almeida
Uns anjos chamados sapadores
Os Sapadores desta região têm feito um trabalho que muito tem agradado à população em geral, isto porque têm desenvolvido um conjunto de actividades que, apesar de revelar um certo interesse económico, revela também uma grande preocupação ecológica e ambiental pois encarregam-se de matas abandonadas.
De entre as actividades por si realizadas destacam-se também as manutenções das estradas com o aparo de certas árvores que podiam colidir com os veículos, as acções de sensibilização à população alertando dos perigos dos incêndios e das queimas ao ar livre e as limpezas dos pontos de água utilizados para o combate aos incêndios.
No que toca às técnicas de combate de fogo os Sapadores usam a técnica do contra-fogo. Quando ocorre um incêndio com perigo para a zona de S. Pedro, os sapadores pegam fogo a uma dada região, controlando-o. Assim, quando o primeiro incêndio chega a esta zona, extingue-se porque não há nada para arder.
A prática do contra-fogo não foi bem recebida no início. “Chamavam-nos de loucos. Depois, quando viram o desastre que conseguimos evitar, deram-nos os parabéns e concordaram com o nosso modo de actuar.” frisa Sérgio Almeida, falando acerca de um incêndio ocorrido em 2005 nesta zona e que foi travado devido ao “fogo contra fogo” e que evitou um incêndio maior.
Os apoios
Os Sapadores contam com um mapa de apoio ao combate dos fogos no qual se encontram os pontos de vigia, os pontos de recolha de água (aéreos, terrestres e mistos) e as redes primárias.
A rede primária é um conjunto de faixas florestais com 125m de largura e com extensão variável que está limpa de combustíveis, ou seja, livre de risco elevado de incêndio.
Esta associação conta com o apoio do Estado em 35 mil euros e com o financiamento derivante da venda de madeira. Assim sendo, a venda de árvores na área de S. Pedro é feita tendo em conta o metro cúbico e a qualidade das árvores; o pinheiro-bravo é negociado em 25€-40€ por m3 e o pseudo-tessuga a 45€ por m3.
É sempre importante referir a importância destas pessoas na vida desta região. Para além de se importarem com a fauna e a flora, são também pessoas extremamente humanas e com grande sentido de responsabilidade. Os anjos existem, só que às vezes assumem a expressão de pessoas para estarem mais perto de nós.
Missão Estrela 2009. JRA. Grupo B

De um lado, floresta queimada e descuidada; do nosso, uma floresta cuidada resultado do trabalho dos Sapadores da freguesia de S. Pedro, do concelho de Manteigas, na área natural da Serra da Estrela.
À medida que íamos subindo a encosta sentíamos o cansaço que os Sapadores sentiam ao fazer aquilo todos os dias e o quanto eles se esforçavam por fazer o seu trabalho.
O início
Após o Estado se ter apoderado dos terrenos baldios para plantação de pinheiros e sua venda, em 1888, começaram a haver desacatos entre pastores e o próprio Estado, no virar do século. Ambos queriam liberdade para utilizar estes terrenos para diferentes fins/objectivos: o Estado queria este terreno para plantar pinheiros para a sua venda; os pastores desejavam-nos para poderem alimentar os seus rebanhos nas matas.
No decorrer desta “guerra”, onde houve fatalidades, criou-se, em 1979, a primeira associação de Sapadores Florestais. Um pouco mais tarde, em 1987, os moradores locais conseguiram retirar os terrenos ao Estado levando-o a tribunal e negociando uma parceria com o mesmo. Acordaram que 60% dos lucros da venda da madeira proveniente deste local seria para as associações de sapadores florestais de baldios e os restantes 40% para o Estado.
Diferentes tipos de Sapadores
Interessa saber que existem dois grandes tipos de sapadores: dum lado existem os Sapadores de baldios, para o povo; por outro os Sapadores Naturais Florestais. Os primeiros ocupam-se a tratar dos terrenos que não pertencem a ninguém concretamente e, por isso, têm mais liberdade ao actuar neles. Os segundos actuam em terrenos particulares e, por isso, estão condicionados às ordens de alguém. “Chamavam-nos de loucos. Depois, quando viram o desastre que conseguimos evitar, deram-nos os parabéns” Sérgio Almeida
Uns anjos chamados sapadoresOs Sapadores desta região têm feito um trabalho que muito tem agradado à população em geral, isto porque têm desenvolvido um conjunto de actividades que, apesar de revelar um certo interesse económico, revela também uma grande preocupação ecológica e ambiental pois encarregam-se de matas abandonadas.
De entre as actividades por si realizadas destacam-se também as manutenções das estradas com o aparo de certas árvores que podiam colidir com os veículos, as acções de sensibilização à população alertando dos perigos dos incêndios e das queimas ao ar livre e as limpezas dos pontos de água utilizados para o combate aos incêndios.
No que toca às técnicas de combate de fogo os Sapadores usam a técnica do contra-fogo. Quando ocorre um incêndio com perigo para a zona de S. Pedro, os sapadores pegam fogo a uma dada região, controlando-o. Assim, quando o primeiro incêndio chega a esta zona, extingue-se porque não há nada para arder.
A prática do contra-fogo não foi bem recebida no início. “Chamavam-nos de loucos. Depois, quando viram o desastre que conseguimos evitar, deram-nos os parabéns e concordaram com o nosso modo de actuar.” frisa Sérgio Almeida, falando acerca de um incêndio ocorrido em 2005 nesta zona e que foi travado devido ao “fogo contra fogo” e que evitou um incêndio maior.
Os apoios
Os Sapadores contam com um mapa de apoio ao combate dos fogos no qual se encontram os pontos de vigia, os pontos de recolha de água (aéreos, terrestres e mistos) e as redes primárias.
A rede primária é um conjunto de faixas florestais com 125m de largura e com extensão variável que está limpa de combustíveis, ou seja, livre de risco elevado de incêndio.
Esta associação conta com o apoio do Estado em 35 mil euros e com o financiamento derivante da venda de madeira. Assim sendo, a venda de árvores na área de S. Pedro é feita tendo em conta o metro cúbico e a qualidade das árvores; o pinheiro-bravo é negociado em 25€-40€ por m3 e o pseudo-tessuga a 45€ por m3.
É sempre importante referir a importância destas pessoas na vida desta região. Para além de se importarem com a fauna e a flora, são também pessoas extremamente humanas e com grande sentido de responsabilidade. Os anjos existem, só que às vezes assumem a expressão de pessoas para estarem mais perto de nós.
Missão Estrela 2009. JRA. Grupo B
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Suzette e seus amigos
No passado dia 30 de Março, um grupo de JRA dirigiu-se ao canil da Quinta de São Fernando, com o objectivo de conhecer melhor esta raça (Serra da Estrela), com o apoio de Suzette Preiswerk da Mota Veiga.Foi visitado o canil da Quinta de São Fernando que se localiza no concelho de Manteigas, no qual tivemos contacto directo com uma criadora de cães de raça Serra da Estrela, Suzette Preiswerk da Mota Veiga.A criadora permitiu o acesso às instalações, que facilitou o contacto com os animais, disponibilizou-se ainda para explicar a história e as características da raça bem como o seu modo de tratamento e os cuidados a ter na criação dos cães.
Suzette Preiswerk da Mota Veiga é de origem Suíça e emigrou para Portugal em 1975 a sua paixão por cães desde sempre existiu. Desde que chegou a Manteigas, que Suzette mantém contacto esta raça que era a usada pelos pastores para a execução do seu trabalho, o cão da Serra da Estrela. Daí desencadeou uma amizade e cumplicidade com os animais, que desde cedo adquiriu, e com este feito a ideia de criar uma das raças mais populares nesta localidade. A actividade de Suzette, teve um grande sucesso, pelo que se tornou uma criadora prestigiada.
O cão da Serra da Estrela é uma das raças mais antigas da península Ibérica, desde sempre foi utilizado para guardar o rebanho dos ataques de lobos e intrusos. Permanecia sempre com as ovelhas enquanto os pastores se afastavam, desenvolvendo assim um carácter independente criando assim a sua autodefesa e a protecção do seu rebanho.
O cão Serra da Estrela é uma raça autóctone desta região, que possui diversas características, entre as quais uma cabeça forte e alongada, boca bem rasgada, peito longo e bem descido, porte grande, cauda comprida, uma altura compreendida entre os 69 e os 74 cm, para além da existência de dois tipos de “Estrelas” com pêlo comprido e curto.
Missão Estrela 2009. JRA -Grupo C
Suzette Preiswerk da Mota Veiga é de origem Suíça e emigrou para Portugal em 1975 a sua paixão por cães desde sempre existiu. Desde que chegou a Manteigas, que Suzette mantém contacto esta raça que era a usada pelos pastores para a execução do seu trabalho, o cão da Serra da Estrela. Daí desencadeou uma amizade e cumplicidade com os animais, que desde cedo adquiriu, e com este feito a ideia de criar uma das raças mais populares nesta localidade. A actividade de Suzette, teve um grande sucesso, pelo que se tornou uma criadora prestigiada.
O cão da Serra da Estrela é uma das raças mais antigas da península Ibérica, desde sempre foi utilizado para guardar o rebanho dos ataques de lobos e intrusos. Permanecia sempre com as ovelhas enquanto os pastores se afastavam, desenvolvendo assim um carácter independente criando assim a sua autodefesa e a protecção do seu rebanho.
O cão Serra da Estrela é uma raça autóctone desta região, que possui diversas características, entre as quais uma cabeça forte e alongada, boca bem rasgada, peito longo e bem descido, porte grande, cauda comprida, uma altura compreendida entre os 69 e os 74 cm, para além da existência de dois tipos de “Estrelas” com pêlo comprido e curto.
Missão Estrela 2009. JRA -Grupo C
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Ecolã, a empresa ecológica
A Ecolã é uma microempresa que transforma a lã em outros produtos, os quais são dirigidos ao público em geral. Esta empresa, formada no início do século XX, é de origem familiar e tem passado de geração em geração, sendo que agora se encontra nas mãoAs lãs
Existem 3 diferentes cores de lã utilizadas aqui que são a branca, a castanha e a serrubeca, esta última de origem típica da Serra da Estrela. Os produtos desta empresa são feitos originalmente nestas cores. Contudo, e principalmente quando o cliente assim o pede, estas cores podem ser alteradas, ou através do uso de produtos químicos ou de produtos naturais (produtos esses provenientes de plantas). A cor lilás pode provir da urze e o amarelo e o verde podem vir das giestas.
O fabrico
Esta fábrica utiliza a manufactura como principal meio de produção, sendo as pessoas ajudadas por algumas máquinas para a produção dos produtos finais (ver caixa 1). Nesta fábrica são utilizadas lãs provenientes de rebanhos locais. Estas lãs antes de serem utilizadas, são lavadas e escolhidas, sendo que apenas 50% da lã comprada é aproveitada para as confecções. O restante é lã com gordura e sujidade que não dá para utilizar mesmo depois de todo este processo. Depois da selecção da lã e da sua lavagem, esta é fiada de modo a se organizarem fios para a próxima actividade: a tecelagem. Na tecelagem, com a ajuda de máquinas dos anos 40, 60 e 70, são feitos os tecidos através da junção dos diferentes fios. Posteriormente, estes tecidos são recortados e alinhavados formando-se o artigo final. A esse artigo final juntar-se-á, mais tarde, uma etiqueta, a qual será sempre colocada com agulha e linha, ou seja, pelas mãos humanas e não por nenhuma máquina de costura.
Produtos e vendas
De entre os produtos fabricados nesta empresa destacam-se os cachecóis, as écharpes, os casacos, os chinelos, os bonés, os gorros, as mantas e os cobertores. Tais produtos são vendidos no estrangeiro e em Portugal, sendo a percentagem de vendas de 50%/50%. Em Portugal, as vendas são essencialmente locais; para exportação, existem compradores na Alemanha, na Holanda e na Itália.
Um dos principais objectivos desta empresa é mostrar que os métodos tradicionais de fabrico e de transformação devem ser preservados e mantidos para não se virem a perder um dia. É por isso que mantêm as máquinas antigas e o trabalho manufacturado. É uma empresa que não visa crescer muito nem ser grande produtora, pois isso irá fazer com que os produtos percam qualidade se forem fabricados só por máquinas em produção em série. A Ecolã pretende também criar os seus próprios pontos de venda nas principais cidades do país.
JRA. Missão Estrela 2009.GrupoB
Existem 3 diferentes cores de lã utilizadas aqui que são a branca, a castanha e a serrubeca, esta última de origem típica da Serra da Estrela. Os produtos desta empresa são feitos originalmente nestas cores. Contudo, e principalmente quando o cliente assim o pede, estas cores podem ser alteradas, ou através do uso de produtos químicos ou de produtos naturais (produtos esses provenientes de plantas). A cor lilás pode provir da urze e o amarelo e o verde podem vir das giestas.
Esta fábrica utiliza a manufactura como principal meio de produção, sendo as pessoas ajudadas por algumas máquinas para a produção dos produtos finais (ver caixa 1). Nesta fábrica são utilizadas lãs provenientes de rebanhos locais. Estas lãs antes de serem utilizadas, são lavadas e escolhidas, sendo que apenas 50% da lã comprada é aproveitada para as confecções. O restante é lã com gordura e sujidade que não dá para utilizar mesmo depois de todo este processo. Depois da selecção da lã e da sua lavagem, esta é fiada de modo a se organizarem fios para a próxima actividade: a tecelagem. Na tecelagem, com a ajuda de máquinas dos anos 40, 60 e 70, são feitos os tecidos através da junção dos diferentes fios. Posteriormente, estes tecidos são recortados e alinhavados formando-se o artigo final. A esse artigo final juntar-se-á, mais tarde, uma etiqueta, a qual será sempre colocada com agulha e linha, ou seja, pelas mãos humanas e não por nenhuma máquina de costura.
Produtos e vendas
De entre os produtos fabricados nesta empresa destacam-se os cachecóis, as écharpes, os casacos, os chinelos, os bonés, os gorros, as mantas e os cobertores. Tais produtos são vendidos no estrangeiro e em Portugal, sendo a percentagem de vendas de 50%/50%. Em Portugal, as vendas são essencialmente locais; para exportação, existem compradores na Alemanha, na Holanda e na Itália.
Um dos principais objectivos desta empresa é mostrar que os métodos tradicionais de fabrico e de transformação devem ser preservados e mantidos para não se virem a perder um dia. É por isso que mantêm as máquinas antigas e o trabalho manufacturado. É uma empresa que não visa crescer muito nem ser grande produtora, pois isso irá fazer com que os produtos percam qualidade se forem fabricados só por máquinas em produção em série. A Ecolã pretende também criar os seus próprios pontos de venda nas principais cidades do país.
JRA. Missão Estrela 2009.GrupoB
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Missão Estrela
Turismo Rural atrai turistas à “Estrela”
A Casa Lagar da Alagoa, em funcionamento há três anos, contém dez quartos e duas suites, tem um aspecto muito familiar e dispõe aos hóspedes um descanso assegurado, pois apresenta uma paisagem extremamente relaxante, rodeada pelas montanhas verdejantes. Como esta casa está a ter sucesso, muitos hóspedes reservam logo a sua estadia para o ano seguinte, pois assim ficam com a reserva assegurada. Este edifício foi um antigo lagar de azeite, que foi construído por volta de 1785 e foi desactivada em 1992. O gerente deste estabelecimento é o Sr. Joaquim Bento que, com a ajuda da sua mulher, reconstruiu este local para o funcionamento de uma casa de turismo rural. O hotel está situado junto ao Rio Zêzere e de uma praia fluvial. Aqui, todos os hóspedes têm a oportunidade de poder descobrir sítios novos através de passeios de todo o terreno ou pedestres ao encargo do Sr. Joaquim Bento, assim como tantas outras actividades.
Para o conhecimento desta casa, o gerente utiliza como publicidade a Internet, distribuição de panfletos e divulgação através de quem já esteve neste hotel. O dono desta casa rural está a encontrar um aumento significativo de turistas nacionais na serra. Apesar disso, existem ainda muitos obstáculos para o melhor aproveitamento turístico da Serra da Estrela, tais como a limpeza de caminhos pedestres na serra e a criação de mapas actualizados com tudo o que os turistas precisam de saber (os caminhos que não sejam só as estradas em alcatrão). Em comparação com os portugueses, os estrangeiros são muito mais respeitadores da Serra. Os jovens portugueses começam a descobrir que a Serra da Estrela não é apenas um centro turístico devido às suas lindas paisagens e cobertura de neve no Verão, apresenta também uma vasta diversidade biológica. Com estas ideias inovadoras, podemos vir a ter um turismo sustentável, que nos permitirá a recepção de mais turistas e também de lucros para a região, assim como a aproximação dos cidadãos com a natureza.
JRA. Missão Estrela 2009. Grupo C
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16 abril 2009
A vida de uma truta
De visita ao Viveiro de trutas em Manteigas, o Sr. Diamantino Santos explicou as condições necessárias para a criação e manutenção dos viveiros, tais como: água mais fria (8ºC), oxigenada e corrente. Estes animais têm uma duração de vida média de 8 anos.
O objectivo deste viveiro foi elevar a produção desta espécie, aumentando o número de animais, mas tem também como objectivo a venda dos peixes (com vista em aumentar os lucros), bem como assegurar a sobrevivência desta espécie autóctone. Esta associação conta com uma comparticipação do Estado que ajuda a manter o bem-estar destes peixes, que mais tarde serão devolvidos ao
habitat natural (em barragens, rios, lagoas, ribeiras entre outros locais) ou vendidos, com fins lucrativos.
Neste viveiro existem dois tipos de trutas: as Fário, que são espécies autóctones, e as Arco-Íris, introduzidas pelo Homem. Há ainda um tanque com trutas Albinas, que resultam de uma doença genética que lhes dá uma cor característica (amarelo), contudo são próprias para consumo.As trutas são alimentadas com crustáceos, carne, farinha, ração e alguns suplementos principalmente em períodos em se encontram mais expostas a condições adversas.
Na truticultura, as trutas não se reproduzem naturalmente, por isso é necessária a intervenção do Homem. A maturidade sexual é alcançada aos 3 anos de idade, quando encontram condições ambientais propícias como a temperatura e alimentação adequada.
Faz-se a colecta dos óvulos e do sémen pela compressão abdominal, segue-se depois incubação e alevinagem. São necessárias instalações e cuidados apropriados, como por exemplo a deposição dos ovos num local escuro, pois estes queimam, quando em contacto com a radiação solar. A vida útil de reprodução para fêmeas é dos 3 até aos 6 anos, apesar de no 7ºano a postura das fêmeas ser maior os ovos são muito mais pequenos e o desenvolvimento destes não é garantido.
JRA. Missão Estrela 2009. Grupo C
O objectivo deste viveiro foi elevar a produção desta espécie, aumentando o número de animais, mas tem também como objectivo a venda dos peixes (com vista em aumentar os lucros), bem como assegurar a sobrevivência desta espécie autóctone. Esta associação conta com uma comparticipação do Estado que ajuda a manter o bem-estar destes peixes, que mais tarde serão devolvidos ao
habitat natural (em barragens, rios, lagoas, ribeiras entre outros locais) ou vendidos, com fins lucrativos.Neste viveiro existem dois tipos de trutas: as Fário, que são espécies autóctones, e as Arco-Íris, introduzidas pelo Homem. Há ainda um tanque com trutas Albinas, que resultam de uma doença genética que lhes dá uma cor característica (amarelo), contudo são próprias para consumo.As trutas são alimentadas com crustáceos, carne, farinha, ração e alguns suplementos principalmente em períodos em se encontram mais expostas a condições adversas.
Na truticultura, as trutas não se reproduzem naturalmente, por isso é necessária a intervenção do Homem. A maturidade sexual é alcançada aos 3 anos de idade, quando encontram condições ambientais propícias como a temperatura e alimentação adequada.
Faz-se a colecta dos óvulos e do sémen pela compressão abdominal, segue-se depois incubação e alevinagem. São necessárias instalações e cuidados apropriados, como por exemplo a deposição dos ovos num local escuro, pois estes queimam, quando em contacto com a radiação solar. A vida útil de reprodução para fêmeas é dos 3 até aos 6 anos, apesar de no 7ºano a postura das fêmeas ser maior os ovos são muito mais pequenos e o desenvolvimento destes não é garantido.
JRA. Missão Estrela 2009. Grupo C
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09 abril 2009
JRA apadrinharam 2 aves do CERVAS
Quem quer comparecer?
contactem-nos para: jra@abae.pt


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07 abril 2009
Grupo JRA na Missão Estrela 2009
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28 março 2009
Missão Internacional JRA "Estrela 2009"
Programa
Domingo 29 de Março
11.15 Lisboa (ABAE)Recepção aos jovens da região Sul
11.30 Viagem até Coimbra
14.00 Coimbra B (estação CP)Recepção aos jovens da região Norte e Centro
14.15 Viagem até à Serra da Estrela
17.00 P. Douradas Instalação na Pousada (Casa do Parque Natural da Serra da Estrela)
20.00 Manteigas Jantar P. Douradas Regresso à Pousada
Segunda-feira 30 de Março
8.30 P. Douradas Pequeno almoço
10.00 Manteigas- Anfiteatro do Centro Cívico de Manteigas
Sessão de abertura da Missão Estrela 2009-ABAE; PNSE; C. M. de Manteigas;
10.15 Apresentação do programa e objectivos da Missão.Margarida Gomes. ABAE
10.30 Apresentação da Região da Serra da Estrela.Rafael Neiva. PNSE
Pausa
11.15 Investigação Jornalística.Isabel Nery. CENJOR
12.15 Writing english articles. Wesley Carrington. Conselheiro de Imprensa da Emb. dos E.U.A
13.00 EB 2,3 de Manteigas - Almoço
14.30 Manteigas(vários locais)
Trabalho de Campo 1- FLORESTA
-Gestão sustentável da Floresta em Manteigas
17.30 Penhas Douradas Regresso à Pousada 18.00 Realização dos trabalhos em grupo
20.00 Jantar
21.00 Conclusão dos trabalhos em grupo
Terça-feira 31 de Março
8.30 P. Douradas Pequeno almoço
9.30 Manteigas
Trabalho de Campo 2- SUSTENTABILIDADE
Visita à Ecolã; Entrevista com pastores
13.00 –EB 2,3 de Manteigas-Almoço
14.30 Manteigas (vários locais)
Trabalho de Campo 3- ÁGUA
Rio Zêzere, Viveiro de trutas, Águas Glaciares.
17.30 Penhas Douradas Regresso à Pousada
18.00 Realização dos trabalhos em grupo
20.00 Jantar
21.00 Conclusão dos trabalhos em grupo; publicação na internet
Quarta-feira.1 de Abril
8.30 P. Douradas Pequeno almoço
9.30 Gouveia
Trabalho de Campo 4- BIODIVERSIDADE
Visita ao CERVAS
13.00 Almoço
14.30 Trabalho de Campo 5 – BIODIVERSIDADE
Visita ao Parque Biológico de Gouveia
17.30 P. Douradas Regresso à Pousada
18.00 Realização dos trabalhos em grupo;
20.00 Jantar
21.00 Conclusão dos trabalhos em grupo; publicação na internet
Quinta-feira. 2 de Abril
8.30 P. Douradas Pequeno almoço
9.30 Seia
Trabalho de Campo 6- BIODIVERSIDADE
Passeio e Interpretação na Mata do Desterro
13.00 Almoço
14.30 Trabalho de Campo 7 – EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Exposições e Habitats Natura (is) da Estrela;
Ensaios de determinação dos poluentes de ar.
17.30 P. Douradas Regresso à Pousada
18.00 Realização dos trabalhos em grupo
20.00 Jantar
21.00 Conclusão dos trabalhos em grupo ; publicação na internet
Sexta-feira.3 de Abril
8.30 P. Douradas - Pequeno almoço Gouveia
9.30 Conclusão dos trabalhos – preparação da conferência de imprensa
13.00 Seia
Almoço
14.30 Preparação da conferência de imprensa
16.00 Conferência de Imprensa. Apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos JRA
Encerramento da actividade
18.00 Tempo livre
20.00 Jantar convívio na Quinta do Crestelo P. Douradas Regresso à Pousada
Sábado 4 de Abril
8.30 P. Douradas Pequeno almoço
9.30 Inicio da viagem de regresso
11.30 Estação de Coimbra B (hora prevista de chegada)
15.00 Lisboa (hora prevista de chegada)
Sites onde serão publicados os trabalhos da Missão:
Na página da ABAE
Na página internacional Young Reporters for the Environment
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